Nesta manhã de quinta-feira (28), começou o Santos Export 2026, fórum realizado pelo Brasil Export, parceiro do Instituto Brasil Logística. O encontro, que chega à sua 24ª edição, consolidou-se como um dos espaços mais relevantes para o debate sobre infraestrutura logística e comércio exterior no país.
A abertura oficial foi realizada por Ricardo Molitzas, vice-presidente do Conselho Gestor do Instituto Brasil Logística, presidente do Conselho do Santos Export e diretor-executivo do SOPESP. Em seu discurso, Molitzas saudou autoridades e parceiros, como José Roberto Sampaio Campos, presidente do Conselho Nacional, e Fabrício Julião, CEO do Brasil Export, destacando a importância da construção de um ambiente de diálogo plural entre a iniciativa privada e o poder público.
Molitzas enfatizou a relevância estratégica do Porto de Santos, o maior complexo portuário da América Latina. Segundo ele, o porto é responsável por aproximadamente 30% da corrente de comércio exterior brasileira, sendo o elo essencial que conecta a produção nacional ao mercado global. “Quando o Porto de Santos avança, o Brasil avança junto”, afirmou o vice-presidente do Instituto, reforçando que o complexo dita o ritmo da economia e gera milhares de empregos.
Estudo “Santos 10+”
Ricardo Molitzas comentou sobre o estudo Santos 10+. Contratado pelo SOPESP e desenvolvido por um consórcio técnico ao longo de dez meses, o estudo busca é uma contribuição prática para o planejamento de longo prazo, projetando o porto para os próximos 10, 20 e 30 anos.
O objetivo central do “Santos 10+”:
- Transformar percepção em informação qualificada baseada em dados reais.
- Antecipar cenários e gargalos operacionais antes que eles se agravem.
- Garantir segurança jurídica e integração logística para os próximos 10, 20 e 30 anos.
Visão de Futuro
O fórum pretende, ao longo de dois dias, transformar debates técnicos em ações concretas que aumentem a competitividade nacional. Para Molitzas, o futuro do Porto de Santos exige “capacidade de execução” e “coragem para enfrentar desafios históricos”, consolidando o Brasil como uma potência logística global.

