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Incerteza no Congresso coloca o setor de transporte rodoviário de cargas em alerta

O setor de transporte rodoviário de cargas atravessa uma semana decisiva em Brasília, marcada pela expectativa em torno da votação dos vetos que podem alterar diretamente a rotina das empresas, dos motoristas e de toda a cadeia logística nacional. A indefinição domina o ambiente político, já que o Congresso Nacional se prepara para analisar temas sensíveis que mobilizam diferentes setores da economia e pressionam o governo e as lideranças partidárias. Entre as pautas que devem avançar está a discussão sobre o fim da escala 6×1, proposta que reduz a jornada semanal para 40 horas sem diminuição salarial. Para o transporte de cargas, a medida representa um impacto imediato: aumento do custo da hora trabalhada, necessidade de contratação de mais motoristas e reestruturação das operações de longas distâncias. Entidades do setor alertam que mudanças dessa magnitude exigem planejamento e diálogo, sob risco de encarecer o frete e comprometer a competitividade das transportadoras, especialmente as de pequeno porte.
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ANATC na mídia

Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões

O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs). Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos. “O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta. 
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Conteúdo Exclusivo

PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE

No segundo trimestre de 2026, o PIB cresceu 0,5% frente ao primeiro trimestre de 2026, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,8%), com Serviços (0,2%) e Indústria (0,1%) também mostrando variação positiva. O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% do segundo trimestre de 2025. Já a taxa de poupança foi de 16,6%, superando os 16,5% do mesmo trimestre de 2025.
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Incerteza no Congresso coloca o setor de transporte rodoviário de cargas em alerta

O setor de transporte rodoviário de cargas atravessa uma semana decisiva em Brasília, marcada pela expectativa em torno da votação dos vetos que podem alterar diretamente a rotina das empresas, dos motoristas e de toda a cadeia logística nacional. A indefinição domina o ambiente político, já que o Congresso Nacional se prepara para analisar temas sensíveis que mobilizam diferentes setores da economia e pressionam o governo e as lideranças partidárias. Entre as pautas que devem avançar está a discussão sobre o fim da escala 6×1, proposta que reduz a jornada semanal para 40 horas sem diminuição salarial. Para o transporte de cargas, a medida representa um impacto imediato: aumento do custo da hora trabalhada, necessidade de contratação de mais motoristas e reestruturação das operações de longas distâncias. Entidades do setor alertam que mudanças dessa magnitude exigem planejamento e diálogo, sob risco de encarecer o frete e comprometer a competitividade das transportadoras, especialmente as de pequeno porte.
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Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões

O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs). Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos. “O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta. 
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FALA, PRESIDENTE

O Brasil é um país de dimensões continentais e, por consequência, de desafios proporcionais no que diz respeito à sua infraestrutura e logística. Conectar nossas riquezas agrícolas e industriais aos portos, aeroportos e fronteiras exige mais do que investimentos financeiros. Demanda coordenação, estratégia e, acima de tudo, convergência. E é com esta firme convicção de que as grandes soluções nascem do debate aberto que consolidamos o Café com a FRENLOGI como um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento do setor no país.
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Notícias

Fertilizantes Heringer obtém suspensão de cobranças e execuções por 60 dias

A Justiça de São Paulo suspendeu por 60 dias as cobranças e medidas de execução contra a Fertilizantes Heringer, controlada pelo grupo russo EuroChem. A decisão ocorre enquanto a companhia negocia com credores por meio de um procedimento de mediação iniciado em agosto. A medida foi concedida pela Vara Regional de Competência Empresarial e de Conflitos Relacionados à Arbitragem do Foro Especializado das 4ª e 10ª Regiões Administrativas Judiciárias do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
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Fenavist se une aos setores de comércio, serviços e turismo em apelo contra votação da PEC do fim da escala 6×1 antes das eleições

Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançou neste fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.” A Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) aderiu ao apelo, somando-se às entidades que defendem que uma mudança dessa dimensão seja debatida com responsabilidade, diálogo e atenção às particularidades de cada setor. Trata-se de um apelo aos Senadores que debatem a PEC diante dos riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica. O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severas: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recorde das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.
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Estradas

TST decide que motorista deve receber horas extras por supressão do intervalo de direção

Uma recente decisão da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho traz um importante alerta para motoristas profissionais e empresas do setor de transporte: o descumprimento do intervalo obrigatório durante a condução do veículo pode gerar o direito ao pagamento do período suprimido como hora extra, acrescido de 50%. O julgamento envolve um motorista carreteiro que alegou ter trabalhado em dias nos quais chegou a dirigir por seis e até oito horas seguidas, sem usufruir adequadamente da pausa obrigatória durante a condução.
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Incerteza no Congresso coloca o setor de transporte rodoviário de cargas em alerta

O setor de transporte rodoviário de cargas atravessa uma semana decisiva em Brasília, marcada pela expectativa em torno da votação dos vetos que podem alterar diretamente a rotina das empresas, dos motoristas e de toda a cadeia logística nacional. A indefinição domina o ambiente político, já que o Congresso Nacional se prepara para analisar temas sensíveis que mobilizam diferentes setores da economia e pressionam o governo e as lideranças partidárias. Entre as pautas que devem avançar está a discussão sobre o fim da escala 6×1, proposta que reduz a jornada semanal para 40 horas sem diminuição salarial. Para o transporte de cargas, a medida representa um impacto imediato: aumento do custo da hora trabalhada, necessidade de contratação de mais motoristas e reestruturação das operações de longas distâncias. Entidades do setor alertam que mudanças dessa magnitude exigem planejamento e diálogo, sob risco de encarecer o frete e comprometer a competitividade das transportadoras, especialmente as de pequeno porte.
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