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Incerteza no Congresso coloca o setor de transporte rodoviário de cargas em alerta
O setor de transporte rodoviário de cargas atravessa uma semana decisiva em Brasília, marcada pela expectativa em torno da votação dos vetos que podem alterar diretamente a rotina das empresas, dos motoristas e de toda a cadeia logística nacional. A indefinição domina o ambiente político, já que o Congresso Nacional se prepara para analisar temas sensíveis que mobilizam diferentes setores da economia e pressionam o governo e as lideranças partidárias.
Entre as pautas que devem avançar está a discussão sobre o fim da escala 6×1, proposta que reduz a jornada semanal para 40 horas sem diminuição salarial. Para o transporte de cargas, a medida representa um impacto imediato: aumento do custo da hora trabalhada, necessidade de contratação de mais motoristas e reestruturação das operações de longas distâncias. Entidades do setor alertam que mudanças dessa magnitude exigem planejamento e diálogo, sob risco de encarecer o frete e comprometer a competitividade das transportadoras, especialmente as de pequeno porte.
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ANATC na mídia
Café com a FRENLOGI debate o PL 2373/25 e os desafios para ampliar investimentos em infraestrutura no Brasil
A Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (FRENLOGI), com apoio do Instituto Brasil Logística (IBL), realizou nesta quarta-feira (2), no Senado Federal, mais uma edição do Café com a FRENLOGI. O principal tema foi o PL 2373/2025, que moderniza o marco legal de concessões e PPPs. A proposta foi aprovada pela Câmara e aguarda despacho da Mesa Diretora do Senado.
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Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões
O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs).
Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos.
“O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta.
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Reforma Tributária: Estudo estima aumento de 414% na tributação de transportadoras do agro
A análise foi baseada em dados reais de empresas associadas à ANATC (Associação Nacional das Empresas Agenciadoras de Transporte de Cargas), incluindo algumas das maiores do país, considerando as operações realizadas ao longo de 2025. Com base nesse cenário, a consultoria estima um impacto financeiro superior a R$ 144 milhões.
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Conteúdo Exclusivo
Café com a FRENLOGI debate o PL 2373/25 e os desafios para ampliar investimentos em infraestrutura no Brasil
A Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (FRENLOGI), com apoio do Instituto Brasil Logística (IBL), realizou nesta quarta-feira (2), no Senado Federal, mais uma edição do Café com a FRENLOGI. O principal tema foi o PL 2373/2025, que moderniza o marco legal de concessões e PPPs. A proposta foi aprovada pela Câmara e aguarda despacho da Mesa Diretora do Senado.
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PIB desacelera, mas cresce 0,5% no 2º trimestre, puxado pela agropecuária, diz IBGE
No segundo trimestre de 2026, o PIB cresceu 0,5% frente ao primeiro trimestre de 2026, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,8%), com Serviços (0,2%) e Indústria (0,1%) também mostrando variação positiva.
O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% do segundo trimestre de 2025. Já a taxa de poupança foi de 16,6%, superando os 16,5% do mesmo trimestre de 2025.
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Incerteza no Congresso coloca o setor de transporte rodoviário de cargas em alerta
O setor de transporte rodoviário de cargas atravessa uma semana decisiva em Brasília, marcada pela expectativa em torno da votação dos vetos que podem alterar diretamente a rotina das empresas, dos motoristas e de toda a cadeia logística nacional. A indefinição domina o ambiente político, já que o Congresso Nacional se prepara para analisar temas sensíveis que mobilizam diferentes setores da economia e pressionam o governo e as lideranças partidárias.
Entre as pautas que devem avançar está a discussão sobre o fim da escala 6×1, proposta que reduz a jornada semanal para 40 horas sem diminuição salarial. Para o transporte de cargas, a medida representa um impacto imediato: aumento do custo da hora trabalhada, necessidade de contratação de mais motoristas e reestruturação das operações de longas distâncias. Entidades do setor alertam que mudanças dessa magnitude exigem planejamento e diálogo, sob risco de encarecer o frete e comprometer a competitividade das transportadoras, especialmente as de pequeno porte.
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Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões
O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs).
Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos.
“O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta.
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Notícias
Preço da soja volta a subir com demanda aquecida pelo grão brasileiro
O preço da soja ensaiou reação no porto de Paranaguá (PR) após duas baixas consecutivas. Nesta terça-feira (15/9), o indicador Cepea/Esalq subiu de 0,09%, com a saca a R$ 160,59.
Análise da T&F Consultoria Agroeconômica destaca que a procura por soja brasileira se mantém aquecida, provocando disputa entre os compradores.
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Transporte sobre trilhos movimenta 1,3 bilhão de passageiros no primeiro semestre de 2026
Os sistemas metroferroviários brasileiros transportaram 1,30 bilhão de passageiros no primeiro semestre de 2026, 33,85 milhões a mais do que no mesmo período de 2025. Os dados fazem parte do Balanço Semestral do Setor Metroferroviário, divulgado pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), nesta quarta-feira (16).
A média de passageiros transportados por dia útil chegou a 8,86 milhões entre janeiro e junho e ficou acima dos respectivos valores de 2025 em todos os meses do semestre. O resultado, porém, não ocorreu de forma uniforme no país.
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Estradas
Novas regras nas rodovias gaúchas exigem atenção redobrada dos motoristas
Motoristas que circulam pelas rodovias do Rio Grande do Sul precisam ficar atentos às mudanças envolvendo pedágios e fiscalização de trânsito. Entre os principais assuntos, estão o sistema de cobrança automática Free Flow, novas regras para a fiscalização da Lei Seca e a intensificação das operações nas estradas.
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Frete sobe 1,04% em agosto mesmo com novo recuo do diesel
O preço médio do frete por quilômetro rodado fechou agosto em R$ 8,72, comparado com R$ 8,63 em julho, uma alta de 1,04%, segundo dados do Índice de Frete Rodoviário da Edenred (IFR), calculado com base em dados exclusivos da plataforma Repom.
Diferentemente do mês anterior, a alta do frete em agosto ocorreu mesmo diante de uma nova redução nos preços dos combustíveis, um dos principais componentes dos custos do transporte rodoviário.
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