A ANATC em números

Milhões de caminhoneiros cadastrados
0 +
Milhões de toneladas transportadas
0 +
Bilhões de faturamento anual das associadas
0 +
Mil carregamentos diários
0 +

Recentes

Escala 6×1 preocupa setor de transporte e deve elevar custos operacionais

O avanço das discussões sobre o fim da escala 6x1 tem sido acompanhado com atenção pelo setor de transporte rodoviário de cargas. Representantes da categoria alertam que eventuais mudanças na jornada de trabalho poderão gerar aumento significativo dos custos operacionais, exigindo adequações complexas nas escalas dos caminhoneiros e na estrutura das empresas transportadoras. A preocupação é ainda maior porque a atividade já possui legislação específica para disciplinar a jornada dos motoristas profissionais.
Ler matéria

ANATC na mídia

Café com a FRENLOGI debate o PL 2373/25 e os desafios para ampliar investimentos em infraestrutura no Brasil

A Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (FRENLOGI), com apoio do Instituto Brasil Logística (IBL), realizou nesta quarta-feira (2), no Senado Federal, mais uma edição do Café com a FRENLOGI. O principal tema foi o PL 2373/2025, que moderniza o marco legal de concessões e PPPs. A proposta foi aprovada pela Câmara e aguarda despacho da Mesa Diretora do Senado.
Ler Matéria

Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões

O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs). Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos. “O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta. 
Ler Matéria

Conteúdo Exclusivo

Governo estuda aplicar IOF sobre LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures, diz jornal

A equipe econômica do governo Lula estuda recriar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para tributar aplicações que hoje contam com benefícios fiscais, segundo informações de O Globo. O estudo que colocam investimentos incentivados na mira da equipe econômica parte da necessidade do governo federal recuperar receitas. Segundo o jornal, a discussão abrange Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e debêntures incentivadas. Atualmente, essas operações têm alíquota zero de IOF. A alternativa surge após o Congresso barrar tentativas anteriores de aumentar a tributação desses produtos. Como o IOF pode ter suas alíquotas modificadas por decreto presidencial, o Executivo teria condições de implementar a cobrança sem aprovação prévia dos parlamentares.
Ler matéria

TCU analisa alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços da reforma tributária

O Tribunal de Contas da União (TCU) analisará no dia 28 de outubro o cálculo da alíquota da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo criado pela reforma tributária para substituir PIS, Cofins, IOF sobre seguros e parte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O processo administrativo está na pauta do tribunal. O TCU tem até 31 de outubro para encaminhar os cálculos ao Senado, que terá até 22 de dezembro para analisar e, se necessário, alterar o percentual. Caso os prazos sejam cumpridos pelo governo, a CBS poderá ser cobrada em janeiro sem a necessidade de observar o prazo de 90 dias aplicável à instituição de tributos. Caso o Senado não fixe a alíquota a tempo, valerá o percentual calculado pelo TCU. Durante a tramitação da reforma tributária, o Ministério da Fazenda estimou uma alíquota entre 8,53% e 9,05%, dependendo do nível de conformidade do sistema. Com a ampliação da lista de bens e serviços com benefícios fiscais pelos parlamentares, a estimativa subiu para 9,21%. A empresa de tecnologia tributária Roit calcula que a alíquota de referência chegue a 9,43% em 2027. Já projeções do economista Sérgio Gobetti, baseadas nas estimativas de receita do Orçamento de 2027, indicam um percentual próximo de 11%.
Ler matéria

Caminhões parados: espera chega a 11h40 em São Paulo

O tempo que um caminhão permanece parado à espera de carga ou descarga tornou-se um dos principais desafios para a produtividade do transporte rodoviário. Além de comprometer a utilização da frota, as filas nos centros de distribuição e nas instalações industriais dificultam a programação das viagens, elevam os custos operacionais e reduzem a capacidade das transportadoras de aproveitar seus veículos ao longo do dia. Levantamento do Instituto Paulista do Transporte de Carga (IPTC), realizado a pedido do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), mostra que o tempo médio de descarga nos principais pontos recebedores da Região Metropolitana de São Paulo chegou a 5 horas e 9 minutos em 2025, o maior patamar dos últimos dez anos. Nos centros de distribuição, a espera chegou a 11 horas e 40 minutos. A pesquisa, realizada com 175 estabelecimentos entre junho e novembro do ano passado, aponta o descompasso entre a capacidade de recebimento e o volume de entregas como um dos fatores que contribuem para os atrasos. O estudo também identificou limitações estruturais: apenas 13% dos estabelecimentos pesquisados possuem vagas destinadas à carga e descarga. O resultado mostra que a digitalização dos processos pode contribuir para organizar o fluxo de veículos, mas não elimina, isoladamente, problemas de infraestrutura e capacidade operacional. A busca por soluções para esses gargalos esteve entre os temas discutidos na Sightline, conferência promovida pela empresa de tecnologia logística Loadsmart, em Chicago, nos Estados Unidos. O encontro reuniu executivos de grandes embarcadores e especialistas em tecnologia para debater como a integração de sistemas de transporte, gestão de pátios e automação pode melhorar a eficiência das operações até 2030.
Ler matéria

Cenário eleitoral impulsiona debate sobre prioridades do transporte de cargas para 2027

Independentemente do resultado das eleições presidenciais de 2026, o próximo ciclo de governo encontrará o transporte rodoviário de cargas diante de desafios que envolvem custos elevados, acesso ao crédito, infraestrutura, Reforma Tributária, escassez de profissionais e segurança jurídica. Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Levantamento apresentado pela NTC&Logística durante o CONET&Intersindical, em agosto, apontou defasagem média de 10,5% entre os valores de frete praticados e os custos efetivos das operações no primeiro semestre de 2026. No mesmo período, os combustíveis acumularam alta de 17,63% e os custos com mão de obra avançaram 5%. Para o CEO da ABC Cargas, Danilo Guedes, o debate sobre 2027 deve partir da realidade de quem precisa tomar decisões empresariais de longo prazo. Investimentos em frota, contratação de profissionais, tecnologia e expansão das operações dependem de condições econômicas que permitam às transportadoras planejar com maior segurança.
Ler matéria

Notícias

Débitos do free flow devem ser regularizados até 16 de novembro, diz ABCR

A ABCR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) informou, nesta quarta-feira (28), que motoristas com tarifas de pedágio em aberto no sistema free flow têm até 16 de novembro para regularizar os débitos durante o período excepcional de transição, que suspende a aplicação de penalidades de trânsito por falta de pagamento. A partir do dia 17, serão retomadas as regras regulares de cobrança e aplicação de multas. A Associação orienta os usuários a consultar suas passagens e verificar eventuais débitos com antecedência. O prazo de 200 dias, estabelecido pelo governo federal, permite a regularização dos valores pendentes, mas não elimina a obrigação de pagar o pedágio. “Nossa orientação é que ninguém deixe para a última hora: consulte suas passagens, verifique se há tarifas em aberto e faça o pagamento pelos canais oficiais indicados pela concessionária responsável. O pedágio continua sendo devido, mesmo durante o período de transição”, afirma, em nota, Marco Aurélio Barcelos, presidente da ABCR.
Ler matéria

Cargas perigosas: sinalização dos veículos é fundamental para a segurança nas rodovias

O transporte de produtos perigosos nas rodovias federais do país registrou 1.381 sinistros entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025, resultando em 19 mortes e 145 feridos no período, segundo dados do Setor de Estatística Operacional da PRF (Polícia Rodoviária Federal). Os números revelam um cenário de risco nas estradas: apesar da redução de 732 para 649 ocorrências, entre 2024 e 2025, a alta gravidade das colisões e tombamentos mantém uma média expressiva de vítimas (12 a cada 100 sinistros) e acende o alerta para os perigos do tráfego desse tipo de carga nas rodovias do país. A sinalização correta de veículos que transportam produtos perigosos é uma das medidas necessárias para reduzir riscos e orientar o atendimento em caso de acidentes. Placas, rótulos de risco e painéis de segurança permitem identificar os perigos associados às substâncias transportadas e fornecem informações importantes para as equipes de emergência. Os produtos perigosos são definidos em nove classes, conforme o tipo de risco que apresentam: explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos inflamáveis, substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos, substâncias tóxicas e infectantes, materiais radioativos, substâncias corrosivas e produtos perigosos diversos. A Resolução ANTT nº 5.998/2022 estabelece requisitos para o transporte rodoviário de produtos perigosos, incluindo responsabilidades dos agentes envolvidos e regras para a aplicação de sanções. Entre as infrações relacionadas à sinalização estão a ausência, a inadequação, a ilegibilidade e o uso incorreto dos elementos de identificação.
Ler matéria

Estradas

Pedágio eletrônico começa a operar em duas rodovias de SP neste domingo

Duas rodovias do interior de São Paulo terão mudanças na cobrança de pedágio a partir deste domingo (1º). As praças físicas da Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351), em Pirangi, e da Rodovia José Della Vechia (SP-323), em Monte Alto, serão substituídas por pórticos eletrônicos do sistema Siga Fácil. A implantação será realizada pela concessionária Ecovias Noroeste Paulista, sem criação de novos pontos de cobrança ou alteração das tarifas atuais. Com o novo modelo, os veículos poderão passar pelos locais sem parar para efetuar o pagamento. Em Pirangi, o pórtico será instalado no quilômetro 184+281 da SP-351. Em Monte Alto, a estrutura ficará no quilômetro 19+081 da SP-323. Os dois equipamentos começam a operar à meia-noite de domingo (1º). Uma terceira estrutura está prevista para entrar em funcionamento em 1º de dezembro, na Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Colina, no quilômetro 407+479.
Ler Matéria

Nota oficial: NTC&Logística alerta para impactos da redução da jornada no transporte de cargas e nos custos do frete

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) manifesta preocupação com os efeitos da Emenda Constitucional nº 141/2026 sobre o Transporte Rodoviário de Cargas. Durante a tramitação da proposta, a entidade alertou o Congresso Nacional para os impactos econômicos e operacionais que a redução da jornada poderá provocar em um setor essencial ao abastecimento do país, inclusive no apoio aos demais modais, e que precisa manter suas operações em funcionamento contínuo. A Emenda Constitucional nº 141, promulgada em 16 de outubro, assegura dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente um deles aos domingos, e reduz gradualmente a jornada máxima semanal, sem redução salarial. Após 60 dias da publicação, o limite será de 42 horas semanais. Passados 14 meses da publicação, será de 40 horas. Durante a transição, acordos e convenções coletivas poderão disciplinar a distribuição da jornada e a compensação dos descansos, observados os limites previstos na Emenda.
Ler Matéria

©2026. All rights reserved –  ANATC Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas