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Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões

O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs). Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos. “O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta. 
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Conteúdo Exclusivo

Com demanda crescente, setor rodoviário defende novas regras para concessões

O transporte rodoviário é fundamental para a economia brasileira e responde pelo deslocamento de 65% das cargas e de 95% dos passageiros no país, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade filiada ao Instituto Brasil Logística (IBL). Diante da necessidade de ampliar os investimentos e modernizar a infraestrutura, representantes do setor defendem o avanço do Projeto de Lei nº 2373/2025, que atualiza as regras das concessões e das parcerias público-privadas (PPPs). Para o presidente da FRENLOGI, senador Wellington Fagundes, o Brasil já acumula uma trajetória importante nas concessões rodoviárias, mas o aperfeiçoamento da legislação é necessário para garantir maior segurança aos contratos e estimular novos investimentos. “O Brasil tem uma história de sucesso nas concessões rodoviárias, com mais de 30 mil quilômetros sob administração privada. Na Agência Reguladora Federal, ANTT, já temos 35 contratos de concessões de rodovias, com mais de 17 mil quilômetros sob gestão privada”, ressalta. 
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FALA, PRESIDENTE

O Brasil é um país de dimensões continentais e, por consequência, de desafios proporcionais no que diz respeito à sua infraestrutura e logística. Conectar nossas riquezas agrícolas e industriais aos portos, aeroportos e fronteiras exige mais do que investimentos financeiros. Demanda coordenação, estratégia e, acima de tudo, convergência. E é com esta firme convicção de que as grandes soluções nascem do debate aberto que consolidamos o Café com a FRENLOGI como um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento do setor no país.
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Adesivo de campanha eleitoral no carro pode afetar cobertura do seguro; entenda

Com a proximidade do início oficial da campanha eleitoral, o setor de seguros faz um alerta para os motoristas que pretendem colocar propaganda de candidatos em seus veículos. Segundo a CNseg e a FenSeg, duas das principais entidades do setor, adesivos de campanha eleitoral de grandes proporções podem afetar a cobertura do seguro do veículo em caso de sinistro.
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Sindisan celebra 89 anos de história com homenagens a empresas e lideranças do transporte rodoviário de cargas

Há quase nove décadas acompanhando o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas e da logística na Baixada Santista, o Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan) comemora, neste mês, 89 anos de atuação. Para marcar a data, a entidade realiza, no próximo dia 14, às 20h, uma cerimônia comemorativa no Mercado Municipal de Santos. O evento vai reunir associados, autoridades, representantes do setor e convidados.
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Notícias

O ponto cego no debate sobre o fim do contencioso tributário

O debate da semana passada começou com uma provocação. Em entrevista ao Estadão, o professor Eurico de Santidecretou, com Nietzsche, que “Deus está morto”; acabou o contencioso, porque agora quem antecipa a interpretação da lei é o Fisco, dado que Receita Federal e Comitê Gestor do IBS dirão, de modo uniforme, qual é o direito aplicável. Em resposta publicada, Luciano Timm objetou, com apoio na Análise Econômica do Direito, que a previsão ignora por que as pessoas litigam. Segundo ele, a clareza do direito material é só um dos fatores que pesam na decisão, ao lado de custos, duração, sucumbência, precedentes e custo de oportunidade. Uniformidade interpretativa, lembrou, pode ser uniformemente errada.
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Transporte de cargas responde por 12,2% da receita dos serviços no país

Atividade respondeu por 12,2% da receita operacional líquida do setor de serviços em 2024 e tem papel central no escoamento da produção agropecuária. O transporte de cargas esteve entre as principais atividades do setor de serviços não financeiros em 2024, segundo a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A atividade respondeu por 12,2% da receita operacional líquida do setor, que alcançou R$ 3,5 trilhões no ano.
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Estradas

NTC&Logística alerta que defasagem no frete chega a 10,1%

O transporte rodoviário de cargas (TRC) iniciou 2026 com um cenário de custos que, na avaliação das entidades do setor, não está sendo integralmente coberto pelos valores de frete praticados no mercado. Em comunicado técnico, a NTC&Logística apresenta uma análise detalhada da defasagem tarifária, quantificando a diferença entre os custos operacionais reais e os preços cobrados, além de elencar os fatores regulatórios e econômicos que pressionam as margens das transportadoras. De acordo com o Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas (DECOPE) da entidade, a defasagem média nacional do frete atingiu 10,1% em relação aos custos reais apurados. O estudo que embasa o comunicado indica que, embora o volume de cargas tenha apresentado melhora para aproximadamente 40% das empresas no fechamento de 2025, a rentabilidade do setor foi corroída por uma combinação de novos encargos obrigatórios, mudanças na fiscalização e perda de produtividade operacional.
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Nova Lei Seca inclui “drogômetro”, mas teste pode custar até 46 vezes mais

Resolução do Contran Nº 1.031 , publicada nesta terça-feira(18) a noite, permite testar drogas mesmo sem sinais de alteração, admite resultado qualitativo positivo como prova para autuação e prevê encaminhamento criminal. O modelo brasileiro se distancia da prática predominante na Europa, onde o teste de rua costuma ser apenas uma triagem que deve ser confirmada em laboratório. A nova regulamentação da Lei Seca amplia de forma significativa o alcance das fiscalizações de trânsito no Brasil. Publicada nesta terça-feira (18) no Diário Oficial da União, a Resolução Contran nº 1.031/2026 regulamenta pela primeira vez o uso de aparelhos portáteis para detectar outras substâncias psicoativas além do álcool — o equipamento popularmente chamado de drogômetro — e substitui a Resolução 432, de 2013.
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