ANATC: MP do Frete poderá levar ao colapso às empresas de transporte rodoviário de carga.   O PIB do setor alcançou R$ 395,67 bilhões em 2025 - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas

ANATC: MP do Frete poderá levar ao colapso às empresas de transporte rodoviário de carga.   O PIB do setor alcançou R$ 395,67 bilhões em 2025

A Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas (ANATC), entende que o texto atual da Medida Provisória do Frete, proposta pelo Governo Federal, é um retrocesso e poderá levar colapso a empresas do setor, principalmente, as de pequeno e médio portes.

“O setor passa por problemas sérios, desde o alto custo do diesel até a versão atual da MP do frete, que se aprovada causará falências a um número considerável de empresas, prejudicando, diretamente, o agronegócio, em ano de produção, segundo a Conab, de 333 milhões, segundo de toneladas de grãos, escoados, em grande escala, pelas rodovias brasileiras para abastecimento interno e exportação. Será caótico”, alerta Carley Welter, diretor de Relações Institucionais da ANATC.

A associação, mais uma vez,  alerta sobre a relevância do debate em curso, no Congresso Nacional, sobre a Medida Provisória do Frete, que já recebeu mais de 400 emendas e mobiliza diversos segmentos da cadeia logística.

Para a associação, o volume de propostas evidencia tanto a complexidade do tema quanto a necessidade de uma discussão técnica, equilibrada e orientada à segurança
Jurídica.

A associação ressalta a importância de que a relatoria da MP esteja sob responsabilidade de um parlamentar com experiência prática no transporte rodoviário de cargas, capaz de compreender as especificidades operacionais e os desafios enfrentados
diariamente pelo setor. Uma condução tecnicamente qualificada é essencial para garantir que o texto final seja eficaz, aplicável e sustentável.

A análise das emendas apresentadas revela um cenário de posições divergentes: enquanto parte dos parlamentares busca flexibilizar regras, reduzir multas e ajustar exigências operacionais, outra parcela defende o endurecimento da fiscalização e a ampliação das proteções ao transportador autônomo.

Para a ANATC, esse contraste reforça a necessidade de diálogo institucional sólido, capaz de construir consensos e evitar distorções que comprometam a competitividade e a continuidade das operações logísticas.

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