Ministério de Portos e Aeroportos e CNT firmam parceria - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas

Ministério de Portos e Aeroportos e CNT firmam parceria

Parceria MPor-CNT

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, e o presidente da Confederação Nacional de Transporte (CNT), Vander Costa, firmaram uma parceria nessa quarta-feira, dia 6, para o desenvolvimento de políticas públicas destinadas à saúde do trabalhador portuário, à sustentabilidade e a outras agendas relacionadas aos princípios ESG. Como resultado, uma das iniciativas que terão continuidade no setor é o programa Saúde nos Portos, voltado à prevenção de doenças e à orientação social dos trabalhadores portuários e motoristas profissionais de cargas.

Ação nos portos

Especialmente aqueles com acesso limitado a serviços de saúde, odontologia, fisioterapia, psicologia e nutrição. A expectativa é atender 1.500 trabalhadores por ano, inicialmente em 20 portos, com objetivo de expandir a ação para todos os portos brasileiros.

O ministro Silvio Costa Filho destacou a importância dessas ações. “Nosso objetivo é ampliar essa ação e dar mais atenção e dignidade aos profissionais que tanto trabalham pelo nosso país”. Já o secretário executivo em exercício do MPor, Tomé Franca, afirmou: “O objetivo é um ambiente mais saudável para trabalhadores, além do combate à exploração sexual no ambiente de infraestrutura”. O acordo assinado hoje amplia a capacidade institucional de planejamento e articulação do setor portuário, fortalece o compromisso com os princípios ESG e insere o Brasil na vanguarda dos debates sobre infraestrutura verde e integração de modais no cenário internacional.

COP30

A parceria entre a pasta e a CNT ainda prevê a colaboração na organização de eventos institucionais durante a COP30 e, também, a promoção de estudos técnicos sobre o segmento hidroviário. 

Novos mercados

O aumento das tarifas de importação nos Estados Unidos para produtos brasileiros, em vigor desde essa quarta-feira, dia 6, pode ter seus impactos diminuídos com a exploração de novos mercados consumidores em outros países. A estratégia foi destacada pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, ontem. O órgão apoia 2,6 mil das 9 mil empresas nacionais que exportam para os Estados Unidos. Para Viana, vai haver mudanças, “isso não tem volta”, com as novas estratégias das empresas.

Apoio urgente

“Setores como o de produtores de mel precisarão receber apoio urgente pois o único destino de exportação destes pequenos agricultores hoje são os Estados Unidos. Vamos incluí-los em todas as políticas de apoio”, explicou Jorge Viana. Segundo o presidente da Apex, este auxílio será anunciado em breve, diretamente pela presidência da República. A expectativa é de que tenha elementos semelhantes àqueles do apoio emergencial às empresas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.

Em Washington

A Apex também abrirá um escritório em Washington, para negociar diretamente com o governo americano. Essa iniciativa se somará ao diálogo dos serviços consulares, que já atuam em nome do Brasil, e à pressão direta das empresas locais.

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