Valor do preço do barril Brent, referência no mercado internacional, enfrenta forte oscilação, ora acima de US$ 100, ora abaixo, em função da guerra no Oriente Médio
A direção da Petrobras tem sinalizado ao governo que pode aguardar uma maior clareza e consolidação no preço do barril do petróleo antes de reajustar o valor dos combustíveis, especialmente do diesel, no mercado interno. A avaliação é que ainda há dúvidas sobre a tendência de consolidação da cotação internacional do petróleo.
O preço do barril Brent, referência no mercado internacional, enfrenta forte oscilação, ora acima de US$ 100, ora abaixo, em função da guerra no Oriente Médio. Mas um congelamento de preço por prazo indefinido, diante das incertezas em relação ao conflito, teria efeitos sobre a governança da empresa e prejudicaria os acionistas, dizem dirigentes da estatal. Procurada, a empresa não se manifestou.
A direção da Petrobras tem sinalizado ao governo que pode aguardar maior clareza e consolidação no preço do barril do petróleo antes de reajustar o valor dos combustíveis, especialmente do diesel, no mercado interno. A avaliação é que ainda há dúvidas sobre a tendência de consolidação da cotação internacional do petróleo.
O preço do barril Brent, referência no mercado internacional, enfrenta forte oscilação, ora acima de US$ 100, ora abaixo, em função da guerra no Oriente Médio. Mas um congelamento de preço por prazo indefinido, diante das incertezas em relação ao conflito, teria efeitos sobre a governança da empresa e prejudicaria os acionistas, dizem dirigentes da estatal. Procurada, a empresa não se manifestou.
Técnicos da Fazenda admitem não ser possível afirmar se as medidas serão suficientes e argumentam que novas providências poderão ser tomadas em caso de acirramento do conflito.
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