Arnaldo Jardim destaca contribuições do agro e da transição energética na COP30

Arnaldo Jardim destaca contribuições do agro e da transição energética na COP30

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania/SP), presidente da Câmara Temática de Armazenagem da FRENLOGI, participou nesta quinta-feira (13) de entrevista à Rádio Câmara diretamente da AgriZone, espaço dedicado ao agronegócio brasileiro durante a COP30, em Belém (PA). A AgriZone funciona na área da Embrapa Amazônia Oriental, a cerca de dois quilômetros dos espaços oficiais da conferência.

Jardim, que também preside a Comissão Especial sobre Transição Energética e Produção de Hidrogênio Verde, ressaltou que o agro brasileiro, frequentemente alvo de críticas em fóruns internacionais, tem mostrado que é parte da solução climática, e não o contrário. Ele destacou ações de recuperação de áreas degradadas, armazenamento de carbono no solo e expansão de tecnologias sustentáveis.

“Depois de todos os processos de plantio e agora com esse programa de recuperação de áreas degradadas, nós vamos sequestrar carbono, ou seja, nós contribuímos para enfrentar as mudanças climáticas, diminuir a emissão de gases de efeito estufa, fixar o carbono. Aqui uma série de pesquisas está sendo apresentada”, afirmou o parlamentar.

O deputado também concedeu entrevista à Jovem Pan diretamente da COP30, na qual reforçou que o agro é parte essencial da solução climática global. Ele destacou que produtores rurais cuidam do solo, da água e da biodiversidade, e que a sustentabilidade é condição para produção. Jardim relembrou ainda que o Brasil é líder mundial em etanol, biodiesel e biometano, defendendo que o reconhecimento internacional dos créditos de carbono é fundamental para ampliar os incentivos às práticas sustentáveis.

Na AgriZone, o parlamentar apresentou dados que demonstram que o agro brasileiro possui a menor pegada de carbono entre os grandes produtores globais — além de atuar como sequestrador líquido de carbono. Ele também ressaltou que o desmatamento ilegal ocorre majoritariamente em áreas públicas sem regularização fundiária, e não no agro formal.

Jardim destacou ainda marcos recentes aprovados pelo Congresso, como a Lei do Combustível do Futuro, o Marco Regulatório do Hidrogênio e o Programa de Aceleração da Transição Energética, que reforçam a liderança brasileira no tema.

Tags: FRENLOGI

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