A soja foi o produto mais cultivado da safra 2024/25, com produção estimada em 171,5 milhões de toneladas
A produção de grãos no Brasil atingiu 350,2 milhões de toneladas na safra 2024/25, novo recorde histórico e alta de 16,3% frente ao ciclo anterior (324,36 milhões de toneladas).
O resultado foi divulgado no 12º Levantamento da Safra de Grãos da Conab e foi impulsionado, principalmente, por soja, milho, arroz e algodão, que responderam por 47 milhões das 49,1 milhões de toneladas colhidas a mais em relação a 2023/24.
Segundo a companhia, a área cultivada cresceu 1,9 milhão de hectares, passando de 79,9 milhões para 81,7 milhões de hectares, favorecida por condições climáticas positivas no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso.
Soja histórica
A soja foi o produto mais cultivado da safra 2024/25, com produção estimada em 171,5 milhões de toneladas, um crescimento de 20,2 milhões de toneladas frente ao ciclo anterior. A Conab atribui o resultado ao aumento da área semeada e ao ganho de produtividade, que chegou a 3.621 kg/ha, o maior já registrado. No geral, a produtividade média nacional das lavouras subiu 13,7%, de 3.769 kg/ha em 2023/24 para 4.284 kg/ha neste ciclo.
Captação externa
A Petrobras captou US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,8 bilhões) no mercado internacional com a emissão de títulos (Global Notes). A operação foi realizada por meio da subsidiária Petrobras Global Finance B.V. e dividida em duas ofertas de US$ 1 bilhão cada. Os papéis funcionam como um financiamento: os investidores recebem juros até o vencimento. A primeira emissão vence em 2030 e pagará juros de 5,125% ao ano, em março e setembro. A segunda, com vencimento em 2036, terá remuneração de 6,25% ao ano, paga em janeiro e julho.
Reforço financeiro
De acordo com comunicado da estatal, a operação tem como objetivo reforçar o caixa e otimizar o perfil de endividamento da companhia. A conclusão da oferta foi anunciada na quarta-feira (10).
Na Escócia
O ministro dos Transportes, Renan Filho, visitou na quinta-feira (11) o parlamento escocês a convite de Fiona Hyslop, chefe do Gabinete para Transportes da Escócia. Eles discutiram investimentos, inovação e sustentabilidade, comparando os modelos de concessão dos dois países. “Temos similaridades e diferenças nos modelos de concessões, tanto em termos de investimento e planejamento, quanto de inovação e sustentabilidade”, afirmou Hyslop. Ela também destacou a importância do Brasil na transição energética global. “O Brasil tem um papel fundamental nesse processo de transição energética e pode mostrar ao mundo que é possível avançar nesse caminho”.
Tags: Benews

